Men at work

•23/07/2011 • Deixe um comentário

Estou de volta. Mas por pouco tempo. Antes de ser definitivamente, vou fazer uma obra, uma reforma por aqui. Acho que esse blog está precisando. Então, vou ali ver umas vitrines e volto em breve. Beijo-outro-tchau.

Love

•12/10/2009 • Deixe um comentário

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Love

Sem idéias

•08/07/2009 • Deixe um comentário

Tarde de chuva

Cute…

•27/12/2008 • 1 Comentário

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Os injustiçados (parte 1)

•11/12/2008 • 5 Comentários

Jhuly 

Como a Ju não gostou nada de não ter sido citada no último post, decidi dedicar um texto só pra essa mocinha de encantadores olhos azuis.

 

 

 

 

 

 

 

 

Já faz muito tempo que ela me atura. Pra ser mais exata: nove anos, cinco meses e seis (?) dias. É uma das pessoas que mais me conhece (nossa, e como!) e uma das pouquíssimas para quem admito isso. Juntas (às vezes separadas) passamos por altos e baixos que me fizeram enxergar o mundo com outros olhos. Olhos que se conheceram adolescentes e, hoje, tentam aceitar a vida adulta. 

Foi com a Ju que aprendi a gostar de videogame, de gatos, do Mc Donald´s, do inverno e de lareira. 

Minha primeira namorada e o único eu te amo.

Ela ri das minhas piadas (até das piores), me faz sorrir quando só penso em chorar e acha graça quando começo a cantar.

Ela não conseguiu me ensinar a assobiar, mas me ajudou a ter menos medo do mar, de altura, de borboletas, do escuro. 

A Ju me apresentou um dos lagos da Unisinos, me levou pra Canela. E é com ela que quero ir a Londres. 

Ela me abraçou quando não vi meu nome na lista do vestibular, segurou minha mão quando minha avó morreu, riu nas muitas vezes que me machuquei, mas sempre me levou ao médico. 

Até nas horas em que acho que estou pesando 487 quilos, com olheiras, o cabelo embaraçado e as unhas quebradas, ela sempre me diz que sou a gatinha mais linda do mundo. 

Sei que ninguém é perfeito. Mas ela é perfeita pra mim.

Clipping

•08/12/2008 • Deixe um comentário

Do caderno de Informática da Folha de S.Paulo (03/12/2008):

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Balanço

•05/12/2008 • 4 Comentários

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Fim de ano se aproximando, papai-noel atolado de trabalho atrasado, finalmente um (dois) feriado pra relaxar um pouco. Esse é o clima de dezembro e, claro, não poderia faltar o famoso balanço de final de ano. Até outro dia, eu não estava muito otimista e só conseguia pensar nas coisas chatas que aconteceram em 2008. Mas é ruim ficar azeda desse jeito e, por isso, passei a lembrar do que foi legal. Saca só:

- Meus 27 anos foram comemorados com uma festa bem-sucedida. 

- Tirei férias no meio do ano e conheci Salvador. Ó paí, ó!

- Aproveitei bastante a vinda do JB pro Brasil. 

- Fui ao Rio de Janeiro e passei um dia inteiro na praia. 

- O Rodrigo disse que eu podia visitá-lo em Paris. 

- Realizei alguns sonhos de consumo: um MacBook, uma Nikon e um gravador digital. 

- Consegui emagrecer. 

- Fiz uma tatuagem linda no braço esquerdo.

- Criei coragem e fui ao dentista.

- Comecei a fazer terapia. 

- Li muitos livros. Todos bons.

- Ganhei abraços apertados, elogios, carinho.

- Assisti ao Natal Luz em Gramado pela primeira vez.

- Não adquiri nenhuma alergia nova.

- Comi quilos de sashimi e sushi.

- Reduzi consideravelmente o teor de álcool no meu sangue.

- Dei presentes. 

- Escrevi bastante.

- Visitei mais meus pais, meu irmão e meu sobrinho.

- Passei a acordar cedo para aproveitar os finais de semana. 

- Decidi deixar o cabelo crescer e ainda não raspei a cabeça. 

- Aprendi a fazer origami e a fazer fogo na lareira.

- Fiz fotos da formatura da Jac. E ela gostou.

- Ganhei meu primeiro free-lancer de foto.

Provavelmente estão faltando coisas nessa lista. Mas como, ao invés de ficar de trelelê, eu deveria estar trabalhando, vou deixar como está. 

Era ilso.

Animada

•27/10/2008 • 1 Comentário

Agora posso entrar na televisão. Tenho minha própria versão Simpsons!

Perfect

•10/10/2008 • 1 Comentário

Sometimes is never quite enough

De vez em quando nunca é o suficiente

If you’re flawless, then you’ll win my love

Se você for impecável, então ganhará meu amor

Don’t forget to win first place

Não esqueça de ganhar o primeiro lugar

Don’t forget to keep that smile on your face

Não esqueça de manter o sorriso no rosto

Be a good boy

Seja um bom menino

Try a little harder

Tente um pouco mais

You’ve got to measure up

Você tem que se impor

And make me prouder

E me deixar orgulhosa

How long before you screw it up

Quanto tempo antes de reparar?

How many times do I have to tell you to hurry up

Quantas vezes eu tenho que lhe dizer para se apressar?

With everything I do for you

Se tudo o que eu faço é por você

The least you can do is keep quiet

O mínimo que você pode fazer é ficar quieto

Be a good girl

Seja uma boa menina

You’ve gotta try a little harder

Você tem que tentar um pouco mais

That simply wasn’t good enough

Aquilo simplesmente não foi bom o bastante

To make us proud

Para nos deixar orgulhosos

I’ll live through you

Eu vivo através de você

I’ll make you what I never was

Farei de você o que eu nunca fui

If you’re the best, then maybe so am I

Se você for o melhor, então talvez eu também seja

Compared to him compared to her

Comparado a ele, comparado a ela

I’m doing this for your own damn good

Estou fazendo isso para o seu próprio bem

You’ll make up for what I blew

Você compensará tudo o que sofri

What’s the problem… why are you crying

Qual o problema… por que você está chorando?

Be a good boy

Seja um bom garoto

Push a little farther now

Force um pouco mais agora

That wasn’t fast enough

Aquilo não foi rápido o suficiente

To make us happy

Para nos deixar felizes

We’ll love you just the way you are if you’re perfect

Amaremos você do jeito que você é, se você for perfeito

Flashes experimentais

•09/10/2008 • 5 Comentários

Ontem, fui até Canguçu, que fica lá pra bandas de Pelotas, pra uma pauta. Mesmo infringindo as leis de trânsito um pouquinho, resolvi fazer umas experiências com a câmera enquanto dirigia. Sem critério nenhum, sem enquadramento prévio, sem nada. Só apontei a máquina e cliquei. O resultado de algumas delas vocês podem ver aqui embaixo.

Acho que ela me curtiu!!

Nada extraordinário, mas a vista é uma beleza.

Ponto de vista.

Meu Nome Não é Johnny, página 74

•22/09/2008 • 1 Comentário

“(…) Era um casal que, no fundo, saboreava viver entre desencontros e reencontros. Ambos gostavam de surpreender e ser surpreendidos, de ter que administrar alguma incerteza em relação ao outro. Em geral, preferiam devorar a vida com um pouco de pimenta, adrenalina e riscos (…)”

Direto do túnel do tempo

•21/09/2008 • 2 Comentários

Voltei. Andava por aí, meio sem inspiração, meio com preguiça, meio feliz, meio triste. Mas hoje deu vontade de escrever e escolhi uma lista (óbvio!) de coisas que aconteceram na minha vida pra marcar esse retorno. Hey, ho. Let’s go.

DEZ anos atrás:

- Ultrapassei o Trópico de Capricórnio e parei no Rio Grande do Sul.

- Entrei na faculdade. E gostei.

- Aprendi a boiar, a dirigir e a sonhar.

- Me apaixonei de verdade.

- Consegui um emprego de gente grande.

CINCO anos atrás:

- Passei uma semana em um veleiro.

- Pedi demissão.

- Fiz várias tatuagens. Coloquei piercings.

- Raspei a cabeça de novo.

- Senti saudade.

DOIS anos atrás:

- Ganhei um sobrinho.

- Saí de casa.

- Conheci um chinês original.

- Quebrei o dedinho do pé pela segunda vez.

- Chorei de alegria e de tristeza.

UM ano atrás:

- Realizei um sonho bobo e consumista. Comprei um Mac.

- Tive minha primeira festa de aniversário bem-sucedida.

- Fui pra Montevidéu.

- Conheci a dor de um desastre aéreo.

- Entrei na crise dos 30.

ONTEM, 20 de setembro:

- Assisti a 11 filmes.

- Chorei até inchar os olhos.

- Tomei sorvete com leite condensado direto do pote.

- Brinquei com um cachorro.

- Xinguei o cara do telemarketing.

HOJE, 21 de setembro:

- Acordei muito tarde.

- Ri ao ler uma crônica.

- Resolvi atualizar o blog.

- Continuei rouca.

- Senti frio nas mãos.

AMANHÃ, 22 de setembro:

- Reclamar das segundas-feiras.

- Ficar com os dedos imundos da leitura de jornais.

- Sentir o início da primavera.

- Começar a ler outro livro.

- Tomar sol na hora do almoço.

Manias

•27/08/2008 • 2 Comentários

Admito: sou chata, muito chata mesmo com o português. Sei que não estou livre de erros, mas estou o tempo todo procurando a grafia correta das palavras, a melhor maneira de construir uma matéria, etc. E, hoje, na hora do almoço, encontrei um aliado! Lendo a Folha de S.Paulo me deparei com o texto abaixo. Adorei esse cara!!

“Doutores excelências” (Marcelo Coelho)

Já passou a moda de reclamar do abuso dos gerúndios (“Vou estar telefonando…”) e do famigerado “a nível de”, que aliás nunca me pareceu a coisa mais horrível que se pode fazer com a língua portuguesa.

Bem ou mal, as pessoas começaram a se controlar um pouco nesses dois casos de vício idiomático. Mas nunca terá fim a luta em favor do que foi chamado, horrivelmente também, de “louçania da língua pátria”.

Anoto algumas expressões que se infiltraram sem combate no dia-a-dia das “classes cultas” brasileiras e que não são menos de doer.

O marketing de livros, por exemplo, especializou-se em termos irritantes. Outro dia vi uma reedição de “Em Busca do Tempo Perdido”, com uma cinta azul envolvendo todos os volumes. Dizia: “o Proust definitivo”.

Por que “definitivo”? Trata-se de uma reedição, revista, da antiga tradução feita para a editora Globo, lá pelos anos 40. Por mais elogios que mereça, nenhuma tradução é “definitiva”. A única mensagem real por trás desse “Proust definitivo” é a seguinte: compre de uma vez, e não se fala mais nisso.

Outra palavrinha comum é “referência”. Sai um livro sobre as eleições americanas. Logo vem o marketing pra garantir: “a referência”. Mais uma vez, está implícita a idéia de que você não precisa ler mais nada sobre o assunto. Compre, e estamos conversados.

Junto com “referência”, vem outro termo de igual pedantismo, só que aplicado ao ensino universitário: “excelência”. Pessoalmente, sinto calafrios quando vejo um anúncio de faculdade falando em “padrão de excelência no ensino de enfermagem”, ou “níveis de excelência em pós-graduação lato sensu”.

O “em”, por sua vez, já teve épocas melhores. Lembro-me de comprar camisas “de algodão”. Agora, todas são “em algodão”. Temos os sapatos “em couro”, e, se existem colchões “em espuma”, logo os haverá “em molas” também.

É banalidade falar do economês, que ultimamente anda por baixo. Mas de vez em quando ele dá as caras. O que dizer do famoso “marco regulatório”?

Quanto ao “desenvolvimento sustentável”, não sei se deve seu nome ao fato de durar mais tempo ou se é porque preserva a natureza, ou melhor, o “meio ambiente”. Sei que toda pessoa a favor dos “povos da floresta” se preocupa com o “desenvolvimento sustentável”. Afinal, trata-se de uma questão “planetária”. Espero que um novo “protocolo” ajude a “comunidade internacional” a resolver o impasse. De forma “negociada”, naturalmente.

Enquanto muitos ainda procuram matricular-se em cursos de “excelência” em “gestão de recursos”, os intelectuais mais sofisticados procuram personalizar sua linguagem, dotá-la de calor humano.

Caem em outros vícios curiosos. Cito um, que se alastra rapidamente. Notei-o pela primeira vez numa mesa-redonda sobre Gilberto Freyre. Os participantes, em sua maioria, referiam-se ao autor de “Casa-Grande e Senzala” pelo seu nome completo, tal como está na capa do livro. Gilberto Freyre.

Mas alguém achou bonito falar apenas de “dr. Gilberto”. Obtinha-se, com isso, um tom mais íntimo, próprio de quem o tivesse conhecido pessoalmente. Ao mesmo tempo, era inconfundível o ar de “casa-grande” que isso tinha.

É o equivalente a chamar Getúlio Vargas de “dr. Getúlio”, ou Adhemar de Barros de “dr. Adhemar”: coisa de acólitos. Mas pegou. Um livro recente com artigos sobre Sérgio Buarque de Holanda já tem seus exemplos de “dr. Sérgio”.

Ah, ele era doutor?

A ensaísta Gilda de Mello e Souza, num volume em sua homenagem, virou “dona Gilda”; só falta trocarem Antonio Candido por “dr. Antonio”. Logo teremos “dr. Florestan”. Verdade que houve “dona Ruth”. Mas era tratada assim na condição de primeira-dama, não de intelectual.

Sérgio Buarque sem dúvida acharia graça em virar “dr. Sérgio”. Pois nisto está a essência de seu “homem cordial”: presume-se um tipo de relacionamento que não passa pelas idéias e pelo exame racional da obra de um autor, e sim pelo misto de reverência e intimidade, de autoritarismo e espírito de copa-e-cozinha, que caracteriza até hoje os padrões de exclusão da sociedade brasileira.

Falei em “exclusão”? Peço desculpas por esta última palavrinha. Gostaria de deletá-la dos meus marcos de referência.

Dedicatória ou Momento rasgação de seda

•26/08/2008 • 3 Comentários

A Jac me fez chorar na formatura dela. Não sou muito fã de lágrimas, mas pelo menos aquelas foram de alegria. Nos conhecemos há pouco tempo. Um ano, quase dois. E me lembro de algumas vezes de tê-la visto pelos corredores do Centro 3. Mas sabem aquela pessoa com quem se pode contar, independente do tempo de convívio. Pois então, foi o que vi nessa jornalista (eeeeee!!), de gargalhadas altas e engraçadas, adepta de lençóis térmicos, cachinhos dourados e de uma força que não sei de onde ela tira.

Quem me conhece, sabe que não sou muito dada a essas demonstrações públicas de apreço, mas acho que passei muito tempo guardando meus sentimentos e isso não traz nenhum benefício. E sem contar que não quero me tornar uma daquelas velhas rabugentas, estilo Ursulão (aquele do desenho…).

Então, dona Jac, esse post é pra você. Não deixei mensagem na sua foto durante a festa e nem mesmo consegui usar frases bonitinhas no cartão do seu presente, mas quero que saiba que fico muito feliz com a sua conquista e sei que outras ainda virão.

Ok, ok. Também sou uma jornalista (pseudo) e tenho que me preocupar em escrever bem um texto. Mas, como o blog é MEU, posso enchê-lo de lugares-comuns e repetir as palavras quantas vezes eu quiser!! Assim: parabéns pela força, por sua dedicação, por não ter desistido quando teria todos os motivos para fazê-lo, enfim, por fazer o que muitos não conseguiram: formar-se!

Um brinde! (foto minha, lero, lero, lero)

P.S.: Jacquelina!! Minha roupa ainda tá cheia daquela purpurina!!! =o)

De agora em diante…

•17/08/2008 • 1 Comentário

“A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José?

E agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta, e agora, José?

Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu, e tudo mofou, e agora, José?

E agora, José?

Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio – e agora?

Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais.

José, e agora?

Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse…

Mas você não morre, você é duro, José!

Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José!

José, pra onde?”

 

http://www.flickr.com/photos/lineneto/sets/72157606787908434/

Diário de viagem#2

•14/08/2008 • Deixe um comentário

Amanhã é o último dia aqui em Salvador… Tá dando uma preguiça de ir pra casa! Mas, a vantagem das viagens é exatamente essa: voltar. Encontrar os amigos, contar os micos que paguei por aqui, os lugares legais (ou não) que conheci.

Hoje não tô muito inspirada pra contar coisas. Aqui embaixo tem uma fotinho em Morro de São Paulo e no Orkut tem outras atualizadas. Quem estiver afim, dá uma olhadinha! =o)

http://www.orkut.com.br/Album.aspx?uid=5186794377694896843&aid=1218736155

Diário de viagem

•11/08/2008 • 1 Comentário

Pois é, não resisti à tentação acabei parando na frente do computador. Fazer o quê, não é mesmo… Mas, pelo menos estou conseguindo fazer, ou não, algumas das coisas da lista do post anterior. Eeeeeeee.

- realmente não trouxe o celular e só liguei pra minha mãe (e foi só 1 vez. Ok, mandei e-mail).

- já deu pra notar que as restrições quanto à comunicação via Internet foi completamente ignorada.

- dois livros surgiram na minha mala (não sei como), mas não li nenhum.

- estou conseguindo tirar várias fotos, tomar sol, mas sem bronzeador… quero evitar o envelhecimento precoce!

- não comi nenhuma comida típica e nem vou fazê-lo! Mas teve uma carne com curry que não caiu muito bem não…

- não li nenhum jornal e a única coisa que sei das Olimpíadas é que o Brasil ganhou um jogo de futebol.

- já garanti a minha piña colada!!

- não dancei axé (ainda) e, às vezes, até esqueço do cigarro!

- e, nesse exato momento, estou de biquíni, camiseta, chinelo e esqueci onde foi parar meu tênis!!

É, acho que nesses últimos três dias consegui ser um pouquinho forte e as férias estão sendo bem proveitosas. O meu problema é que tenho uma certa dificuldade de sair da rotina. Um dia eu melhoro!

Férias ou cérebro em repouso

•08/08/2008 • 6 Comentários

Pois é, a mocinha aqui vai sair de férias! Vou pra Salvador tentar descobrir o quê a baiana tem.

Não tenho muitos planos ou roteiros definidos. Pra falar a verdade, dei uma olhadinha em alguns sites, mas vou tentar ficar na expectativa, assim, o que vier é lucro.

Mas, defini algumas coisinhas que quero ou não fazer e, é claro, vou mostrar em forma de lista, pra não perder o costume…

 

- não vou levar o celular, nem o computador, nem o palm, talvez só o iPod

- não vou acessar e-mails, nem usar o messenger, orkut e nem atualizar o blog

- não vou levar nenhum livro (ai, ai, vai ser muito difícil)

- vou tentar, ao máximo, não dar boa noite para o William e Fátima do Jornal Nacional

- não vou comprar nenhum berimbau

- não vou trazer fitinhas do Nosso Senhor do Bonfim

- não vou comer acarajé (com a sorte que tenho, seu eu fizer isso é bem capaz de eu ter uma reação alérgica e passar uma semana mofando dentro do hotel)

- espero tirar muitas fotos, mas nenhuma em que eu apareça de biquíni e, muito menos, da cintura pra baixo (tenho uma imagem a zelar, por favor)

- sou workaholic, mas vou fazer de tudo pra não pensar em coisas como clipping, colunistas, portais de notícias, etc.

- quero me lambuzar de bronzeador e tirar essa cor apagada que tomou conta do meu corpo que costumava ser moreno

- não vou acordar às 5 da manhã

- não vou passar blondor na virilha (que nojo!)

- vou tentar fumar menos

- vou telefonar só pra minha mãe (ou pensam que sou tão desnaturada assim?)

- quero caipirinhas (não no sol, é claro), piña colada, cerveja gelada e aqueles drinks com guarda-chuvinhas

- pretendo afastar a preguiça de lado e andar bastante a pé

- quero comer ostra, mas não quero camarão, nem azeite de dendê ou leite de côco

- vou passar quase todos os dias de chinelo, bermuda e regata, bem largada mesmo (chega de bota e calça jeans)

- vou tentar seqüestrar a Cláudia Leite

- quero esquecer as Olimpíadas

- e, pra terminar, vou tentar evitar contatos muito íntimos com o axé… mas sabem, né, a carne é fraca

Enfim, era isso. Mandem positive vibrations e quando eu voltar conto as peripécias de Aline no País das Maravilhas. 

beijo-outro-tchau

Listas#3

•04/08/2008 • 6 Comentários

Pulando de blog em blog durante o final de semana e também quando não tenho muito o que fazer, acabei encontrando um tipo de lista legal: das coisas que quero fazer, ser ou até mesmo ter. Se você quiser, pode acrescentar a sua própria lista nos comentários.

 

- ir a Londres com a Ju, a melhor guia turística que existe

- trabalhar na BBC, Channel 4, Folha de S.P. Rolling Stone

- voltar para o Rio de Janeiro

- terminar de uma vez por todas a faculdade

- ser capaz de cuidar de uma planta

- ter um cachorro

- conviver comigo mesma

- falar menos palavrões

- ser mais tolerante

– me preocupar menos

– sofrer menos

– exigir menos

– ler um livro inteiro de cada vez

– ver de perto as pirâmides no Egito

– não ter vergonha de dizer que gosto de alguém

– fazer exercícios

– fumar menos

– beber menos

– rir mais (dizem fazer bem pra pele)

– aprender a contar piadas

– aprender a assobiar

– deixar o cabelo crescer, mas não muito

– ir a um jogo do Flamengo, no Maracanã

– não deixar nenhum amigo na mão

– fazer amigos

– preservar aqueles que tenho

– conseguir fazer uma tatuagem colorida

– ir ao cinema, ao teatro

– visitar mais os meus pais e meu irmão

– ser menos desnaturada com meu sobrinho

– controlar minha ansiedade

– fotografar mais

– voar de balão

– andar mais de trem (tudo em nome do ecossistema)

– receber tulipas amarelas (rosas amarela já ganhei)

– elogiar mais

– ser mais organizada

– não ter medo de dentista, nem de altura

– falar menos

– ouvir mais

– tomar menos remédios

– não ter vergonha de chorar

– usar menos o computador

– seguir todas as listas que faço

I don´t like crying…

•30/07/2008 • Deixe um comentário

Alta Fidelidade, página 52:

•22/07/2008 • Deixe um comentário

“Terça-feira à noite eu reorganizo a minha coleção de discos; freqüentemente o faço em períodos de estresse emocional. Há pessoas que considerariam isso uma forma bem chata de se passar uma noite, mas eu não. Esta é a minha vida, e é bom poder chapinhar nela, mergulhar meus braços nela, tocá-la.

Quando Laura estava aqui, eu tinha os discos arrumados em ordem alfabética; antes disso eu os tinha arquivados em ordem cronológica, começando com Robert Johnson e terminando com, não sei, Wham!, ou alguém africano, ou quem mais eu estivesse ouvindo quando Laura e eu nos conhecemos. Hoje à noite, porém, estou a fim de algo diferente, de modo que tento lembrar-me da ordem em que os comprei: dessa forma espero escrever minha própria autobiografia, sem ter que fazer algo como empunhar uma caneta. Tiro os discos das prateleiras, empilho-os pelo chão da sala toda, procuro Revolver, e sigo a partir daí, e quando termino estou inundado por um sentimento de identidade, porque isto, afinal, é quem eu sou. Gosto de poder ver como fui de Deep Purple a Howling Wolf em vinte e cinco movimentos; já não me incomoda a recordação de ter ouvido Sexual Healing durante todo um período de celibato sexual forçado (…)

Mas do que eu realmente gosto é da sensação de segurança que o novo sistema de arquivo me dá; tornei-me mais complicado do que sou na realidade. Eu tenho uns dois mil discos, e só sendo eu – ou no mínimo, doutor em Flemingologia – para saber como encontrar qualquer um deles. Se eu quero tocar, digamos, Blue, de Joni Mitchell, tenho que lembrar que o comprei para uma pessoa no outono de 1983 e achei melhor não dá-lo a ela, por razões nas quais não quero na verdade entrar. Bem, vocês não sabem de nada disso, de modo que estão perdidos, na verdade, não é? Teriam que me pedir para cavá-lo pra vocês, e por alguma razão acho isso enormemente reconfortante.”

O que estou lendo: Alta Fidelidade

•17/07/2008 • 1 Comentário

Entrei num estado que ontem chamei de surto literário. Não resisti à tentação e comprei quatro livros numa tacada só! Pois é, um atentado ao meu próprio patrimônio (nem sei se posso chamar minha conta de patrimônio!! hahahahaha).

É que estou completamente obcecada pelos meus livros. Pelos livros que quero ter. Pelos livros que não estão mais comigo. Por aqueles que odiei ter lido. Nossa, posso passar o dia falando sobre o assunto. Será isso perigoso? Tomara que não… Ainda mais porque comecei a catalogar meus queridos e, por incrível que pareça, usando o excell.

Ok. Dei toda essa enrolada nem sei pra quê. Vamos lá então porque o almoço tá acabando. Pois bem. A idéia desse post – podem vir outros – é manter o blog atualizado e compartilhar alguns trechos que acho legais dos livros que estou lendo no momento.

O primeiro a participar é Alta Fidelidade (Nick Hornby). Sim, esse mesmo que virou filme. Adoro o protagonista. Ó a descrição dele e um pouco do enredo: É possível viver a dois com alguém cuja coleção de discos é incompatível com a sua? As pessoas podem ter um gosto sofrível e ainda assim merecer que as conheçamos? As canções sobre dores-de-cotovelo, sofrimento e solidão estragam nossas vidas, se as consumirmos em excesso? Para Rob Fleming, 35 anos, viciado em pop desde garotinho e dono de uma loja discos à beira da falência, essas perguntas exigem respostas urgentes.

As coisas que gosto nesse livro são a mania dele fazer as listas top five, a ironia, o sarcasmo, as músicas que ele usa pra trilha sonora da própria vida e, é claro, o mau humor dele. Abaixo, um trecho de onde parei de ler hoje:

“(…) Algumas das minhas canções favoritas: Only Love Can Break Your Heart, de Neil Young; Last Night I Dreamed That Somebody Loved Me, dos Smiths; Calll Me, com Aretha Franklin; I Don´t Wanto to Talk About It, com qualquer um. E há também Love Hurts e When Love Breaks Down e How Can You Mend a Broken Heart e The Speed of The Sound of Loneliness e She´s Gone e I Just Don´t Know What to Do With Myself e… algumas destas canções eu ouvi cerca de um vez por semana, em média (300 vezes no primeiro mês, e de vez em quando depois disso), desde os 16 ou 19 ou 21 anos de idade. Como é que isso pode não deixar você magoado de alguma forma? Como é que isso ppode não transformá-lo no tipo de pessoa passível de se quebrar em pedacinhos quando seu primeiro amor dá todo errado? O que veio primeiro, a música ou a dor? Eu ouvia a música porque estava infeliz? Ou estava infelz porque ouvia a música? Esses discos todos transformam você numa pessoa melancólica? (…)”

Bom, né?!

Sem título

•08/07/2008 • 1 Comentário

O problema, ao que me parece, é a necessidade que sempre temos de exigir coisas dos outros. Exigimos respostas, exigimos conversas, exigimos carinho e atenção. Mas, enquanto nos preocupamos em sempre querer mais, não olhamos para o nosso umbigo, refletindo se nós mesmos estamos suprindo as necessidades dos outros.

Somos egoístas e não admitimos. Somos frios e não sentimos. Às vezes, tornamo-nos cegos para coisas que estão nítidas a nossa frente. Outras, esquecemos de pensar que outra pessoa está passando pelos mesmos conflitos que nós. Queremos apenas resolver os nossos problemas. E o que é pior, esperamos soluções prontas, caídas do céu. Poções mágicas para não termos o trabalho de tomarmos nossas próprias atitudes.

Sofremos por motivos inúteis e a nossa dor, mesmo que ridícula, é sempre mais importante. Somos incapazes de levantar a cabeça e olharmos para as tantas coisas belas que nos rodeiam. Nossos olhos ficam encobertos por uma névoa de pessimismo. Nos tornamos individualistas. Somos pobres de espírito. Nossas vidas são repletas de motivos para serem curtidos, mas a nossa carapaça não permite que sejamos felizes.

A felicidade, por sua vez, parece algo proibido, inatingível. Assim, nos acomodamos a vidas medíocres. Casa-trabalho, trabalho-casa. Uma rotina que tolhe nossa espontaneidade. Acabamos agindo de maneira automática e não aceitamos quando essa realidade nos é apresentada. Por mais que tenhamos consciência de tudo isso, ainda acreditamos que não há saída…

Nos fechamos para a vida, impedindo que outras pessoas entrem ou saiam para que possamos crescer. Não permitimos a nós mesmos a solidão,  por mais que necessária. O medo, aliado a toda essa impotência, se configura num único sentimento a controlar nossas vidas. E na hora do desespero, o que fazemos? Choramos, nos encolhemos. Ficamos estáticos, acreditando que as lágrimas serão capazes de afastar toda essa dor.

(como é estranho reler textos… esse aí é de 2002…)

Coisas de jornalistas

•02/07/2008 • 9 Comentários

Recebi um blog muito divertido chamado Ten Thousand Words (Dez mil palavras), que é sobre jornalistas. Um dos posts é Stuff Journalists Like (Coisas que jornalistas gostam). Mesmo sem permissão do dono, vou reproduzi-lo aqui. Achei muito bom. Vocês concordam?

1. Messenger bags (bolsa estilo carteiro)
2. All the President’s Men (o filme Todos os Homens do Presidente)
3. Blackberrys (eu quero!!!)
4. Holiday sweaters (aqueles blusões com motivos natalinos, etc… bem coisa de norte-americano)
5. Seinfeld (ui!!)
6. AP Stylebook (espécie de manual de redação. eu a-do-ro!)
7. Vests with large pockets (casacos com bolsos grande)
8. Free food (comida grátis… isso acaba com a nossa reputação, vamos combinar!)
9. Correcting bad grammar/typos (corrigir erros de gramática… poxa, leram minha mente?)
10. “This American Life” (programa de rádio de Chicago)
11. Button-down shirts (camisa de botões)
12. Action figures (personagens de ação, HQs… eu adoro a Morte (Neil Gaiman), o Wolverine e a Tempestade (X-Men)
13. Exclusives (exclusivas… tá, essa não podia estar tão no fim!)
14. Credentials on lanyards (credenciais… jogue a primeira pedra quem nunca quis entrar de graça em um show!!)
15. Small cars (carros pequenos)
16. Debates
17. Baseball caps (bonés de beisebol)
18. Blogs
19. Anchorman (âncoras… Fátima Bernardes, William Bonner, essa gente)
20. Reporting overseas (algo como correspondente internacional…)
21. The New York Times
22. Coffee (café, café, café, café)
23. Telephoto lenses (lentes para câmeras… ai, ai, essa lista deveria ser minha!!)
24. Conferences (conferências… humm, essa parte é chata)
25. Lists (listas… HAHAHAHAHA)
26. Standing up for the little guy (pela minha pesquisa, é como Stan Buell – presidente da Associação de Pequenos Investidores – é chamado)
27. Cake (bolo… o meu é o de chocolate, aquele que acabou de sair do forno!)

Fonte: http://10000words.net/index.html

Please, don´t ask

•30/06/2008 • Deixe um comentário

imagem do site Deviantart

Dias contraditórios

•30/06/2008 • Deixe um comentário

O último post não foi nada feliz, eu sei. Mas já dizia Wander, “não consigo ser alegre o tempo inteiro”.

Embora hoje seja domingo, catei um texto na internê pra equilibrar um pouco da tristeza… 

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Capítulo de negativas

•27/06/2008 • Deixe um comentário

Tem dias em que nada faz sentido.

Uma tristeza vai invadindo a cabeça (ou é o coração?), vai se instalando e, quando você menos espera, faz as lágrimas caírem. Um choro forte, que logo de cara não se tem idéia de onde vem. Mas dói. É difícil combater esses momentos, principalmente, por serem imprevisíveis.

Pode ser um sentimento de solidão, de se sentir diferente, de ser incompreendido, de fracassar.

Aproprio-me (com modificações) do final do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, do Machado de Assis, pra resumir meu sentimento hoje: “Não alcancei a celebridade, não fui ministro, não fui califa. E qual é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da minha miséria.”

E como sou apaixonada por ele, mais um trecho: “São dúvidas sobre as pessoas, sobre a fidelidade das lembranças, sobre a reflexão, e sobre a própria natureza. Tudo isso dentro daquele processo de se reconverterem as imagens do passado em novas e duvidosas imagens.”

Impossível competir.

Um brinde à nostalgia

•24/06/2008 • 3 Comentários

Tudo bem, podem me condenar, mas acho que estou ficando velha… Não que isso seja ruim, na verdade, nesse exato momento, estava lembrando dos primórdios do meu contato com a informática.

Blog, Orkut, Flickr?

Que nada!! O negócio era “programar” em DOS, cursos de Pascal, Basic, Cobol. Na época em que as impressoras eram matriciais (sim, essa palavra existe), os papéis não eram A4 e sim formulários contínuos, os monitores, monocromáticos, – eu peguei uma época em que havia telas com os caracteres em verde-Matrix e laranja -, o Windows 3.11 (que sempre deu pau!) estava chegando, não havia Internet e tudo era salvo em disquetes enormes, comprados em caixas com dez unidades nas Lojas Americanas.

Memória? Isso não fazia parte do vocabulário dos usuários de computadores domésticos! A primeira máquina que apareceu na minha frente era um 286! Isso significa que ela conseguia armazenar/rodar/ligar/desligar/queimar e fazer qualquer outra coisa com  seus 16 mega!! Dá vontade de rir se pensarmos que um reles CD-R tem capacidade para 700 mega…

Enfim, nesse período obscuro, mas muito engraçado hoje, o máximo que eu e meu irmão fazíamos (e nos achávamos os mais inteligentes da escola de freiras nazistas) era conversar com o vizinho – também nerd -, a duas quadras de distância, por um programinha chamado BBS. Foi ele que levou ao Mirc, ao ICQ, ao MSN, ao Google Talk e assim por diante… Salve Steve Jobs! 

Pensando nos outros eletrônicos da minha infância e adolescência, agora me dei conta de que fui conhecer (e ter) um som com CD aos 15 anos. E o pior que, além de ser um CCE (o mais baratinho), era que não tínhamos nenhum ”compact disc” pra tocar! Só pilhas de vinil e fitas K-7. 

É, nem tudo eram flores! Lá em casa, o controle remoto deve ter chegado no final dos anos 90. E só porque a TV foi perdendo os botões ao longo do tempo… 

Dizem que recordar é viver. Eu até concordo, embora eu esteja me sentindo bem mais confortável com meu notebook, a TV com sleep e closed caption, um iPod e um HD de 320 giga (que já estou achando pouco).

Listas#2

•22/06/2008 • 1 Comentário

A primeira lista que fiz aqui foi uma série de coisas, situações que eu gosto. Como hoje é domingo e domingos à noite normalmente são um saco, decidi fazer uma relação daquilo que não sou muito fã ou realmente não suporto. Provavelmente, aqui não vai ter nada de extraordinário e deve combinar com diversas pessoas…

- domingos, principalmente no inverno

- falta de argumentos

- chantagem emocional, de qualquer tipo e vinda de qualquer pessoa

- ir para o trabalho, de ônibus, em dia de chuva

- chorar

- supermercados, shopping, lojas, feiras cheias de gente

- ignorância

- ser criticada por gente que não faz idéia do que está dizendo, mas quer sempre ter a última palavra

- ser obrigada a usar salto alto

- abraçar mas não ser abraçada

- feijão, óleo de fígado de bacalhau, biotônico fontoura, aspirina infantil, espinafre

- natais

- noites sem estrelas e dias nublados

- cócegas, principalmente nos pés

- beijo na testa

- falta de emoção

- o esquecimento

 

Série#1 – trechos musicais

•21/06/2008 • 1 Comentário

Não sou boa em descrever meus próprio sentimentos. Assim como as listas que faço, minha agenda está repleta de frases tiradas de músicas. Algumas para momentos de melancolia, outras para o ódio, para a tristeza ou, simplesmente, porque me parecem belas. São flashes de coisas que gostaria de dizer, mas não consigo.

“the simple things you see are all complicated” – as coisas simples que você vê são todas complicadas

“don’t you see that the charade is over?” – você não consegue perceber que o mistério acabou?

“I’ll be alright when my hands get warm” – ficarei bem quando minhas mãos aquecerem

“no need to tell her, she knows that there’s another little hole in her heart” – não é preciso dizer-lhe, ela sabe que há uma nova ferida em seu coração

“this life can only leave us lonely” – essa vida só consegue nos deixar sós

“between the lines of fear and blame, you begin to wonder why you came” – entre a linha (tênue) do medo e da culpa, você começa a se perguntar por que veio

“when I’m losing my control, the city spins around” – quando perco o controle, a cidade gira a minha volta

“promises, they brake before they made” – promessas são quebradas antes mesmo de serem feitas

“the cigarette flies in your eyes and you don’t mind” – a cinza do cigarro voa em em seus olhos e você nem se importa

“and who am I to give you what you need?” – quem sou eu pra dar o que você precisa?

“20 ways to see the world or 20 ways to start a fight” – 20 maneiras de se ver o mundo ou 20 maneiras de começar uma briga

“I wonder, is there anything I’m gonna miss?” – me pergunto, haverá alguma coisa da qual sentirei falta?

“I’m not the only person with these things in my mind” – eu não sou o único com essas coisas em mente

“I wanna let go all the pain I’ve held so long” – quero me livrar de toda dor que venho carregando há tempos

“every step that I take is another mistake to you” – cada passo que dou é mais um erro pra você

“I’m tired of being what you want me to be” – estou cansada de ser aquilo que você quer que eu seja

“e o que eu te dei? foi muito pouco ou quase nada?”

OBS.: esse post foi atualizado após um puxão de orelha virtual! =o)

 
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